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CVE-2015-0311highbajo ataque

CVE-2015-0311

100Vexday Risk Score

Corrige ahora. Ella está bajo explotación confirmada por CISA y tiene exploit funcional público.

ssvc Actcvss 7.8epss 86%
de la publicación al arma48 días
Publicada en NVD23 ene
1ª PoC+48d
metasploit28 abr
CISA KEV+2637d
probabilidad de explotación
86%top 1% de las CVE
explotación observada
CISA + VulnCheck
3 exploit(s) público(s)
Acción exigida por CISAplazo federal: 2022-05-04

The impacted product is end-of-life and should be disconnected if still in use.

Resumen

Vulnerabilidade de confusão de tipo (type confusion) no Adobe Flash Player que permite execução remota de código, explorada como 0-day in the wild a partir de janeiro de 2015 pelo Angler Exploit Kit e, depois, em modo standalone para distribuir o ransomware Reveton via malvertising em sites adultos. O CVSS moderno (AV:L/UI:R) reflete uma reclassificação retroativa: a exploração exige que a vítima abra/carregue conteúdo Flash malicioso (drive-by via anúncio ou SWF hospedado), não é um ataque de rede sem interação — mas como Flash era plugin de navegador quase universal em 2015, a superfície de ataque prática era enorme.

Detalle técnico

A falha foi caracterizada por pesquisadores (Trend Micro, FireEye) como uma confusão de tipo (CWE-843) no interpretador ActionScript do Flash Player: uma estrutura de dados é tratada com um tipo diferente do que foi originalmente alocado, permitindo que o atacante corrompa memória do heap de forma controlada a partir de um arquivo SWF malicioso. Esse padrão é comum a vários 0-days de Flash de 2014-2015 (junto com CVE-2015-0310, CVE-2015-0313, CVE-2015-3113): a corrupção de tipo é usada para conseguir leitura/escrita arbitrária de memória, que por sua vez é usada para localizar módulos carregados e montar um ROP chain, contornando ASLR e DEP sem depender de um bug de corrupção de memória 'clássico' (buffer overflow).

O atacante controla o conteúdo do arquivo SWF entregue à vítima — layout de objetos ActionScript, tamanhos de vetores/arrays e o payload nativo executado após o desvio de fluxo de controle. Não há um vetor de rede direto: o SWF precisa ser processado pelo runtime do Flash Player dentro do navegador (ou em contexto que carregue o plugin), o que é a base para a reclassificação de AV:N/UI:N feita originalmente para AV:L/UI:R pelo time de vulnrichment da CISA — a vítima precisa navegar até o conteúdo (ou abrir o arquivo), configurando a 'interação do usuário' exigida pelo CVSS atual.

A Adobe nunca detalhou publicamente o mecanismo exato no advisory (APSA15-01/APSB15-03); a caracterização técnica vem de análises de terceiros (Trend Micro 'Analyzing CVE-2015-0311', FireEye 'A Different Exploit Angle on Adobe's Recent Zero-Day'), não do fornecedor.

Cómo se explota

A exploração observada em campo ocorreu via Angler Exploit Kit, integrado a campanhas de malvertising: a vítima visitava uma página legítima servindo um anúncio comprometido, o EK fazia fingerprinting do navegador/versão do Flash e entregava o SWF malicioso adequado. O pré-requisito real é ter o plugin Flash Player habilitado e vulnerável no navegador — funcionou contra Internet Explorer e Firefox em qualquer versão de Windows testada pelos pesquisadores (Windows XP a 8.1, IE6 a IE11, Firefox atualizado); o Chrome não foi afetado nos testes porque o EK não disparava esse bullet contra ele, não por imunidade da vulnerabilidade em si.

Após exploração bem-sucedida, o payload observado foi o Bedep, um loader que executa fraude de anúncios e/ou baixa malware adicional (incluindo Reveton, Cryptolocker, CTB-Locker em cadeias subsequentes), com técnicas de persistência via UAC bypass (uso do migsetup.exe legítimo) e execução em um 'hidden desktop'. Em 24 de janeiro de 2015 o exploit passou a ser usado também em modo standalone (fora de um EK completo), distribuído diretamente em tráfego adulto para espalhar o Reveton — mostrando que, uma vez com o exploit pronto, nem infraestrutura de EK completa era necessária.

A falha está no catálogo KEV da CISA (exploração confirmada) e possui módulo Metasploit e PoC pública, o que elimina qualquer barreira de complexidade para reprodução hoje — mas o valor prático de um exploit para Flash Player em 2024+ é quase nulo, já que o produto está descontinuado e bloqueado por padrão em todos os navegadores modernos.

Versiones

Afectadas
Adobe Flash Player até 13.0.0.262 (ramo 13.x), e 14.x, 15.x e 16.x até 16.0.0.287 (inclusive) em Windows e OS X; até 11.2.202.438 (inclusive) em Linux.
Corregidas en
16.0.0.296 para Windows e Macintosh; 11.2.202.440 para Linux (Adobe APSB15-03, publicado em 24/01/2015).

Cómo protegerse

A correção oficial da Adobe (APSB15-03, lançada em 24/01/2015) foi a versão 16.0.0.296 para Windows e Mac OS X. Para Linux, a linha corrigida foi a 11.2.202.440, conforme reportado nas notas de acompanhamento da mesma rodada de patches. Essas versões e todas as anteriores ao Flash Player estão descontinuadas — a Adobe encerrou suporte ao Flash Player em 31/12/2020 e removeu os binários de download; a mitigação real e definitiva hoje é não ter Flash Player instalado ou habilitado em lugar nenhum do ambiente.

Se por algum motivo legado o plugin ainda estiver presente (sistemas industriais ou legados isolados), o paliativo é desabilitar o plugin no navegador (click-to-play, bloqueio de execução automática de SWF) e restringir a origem de conteúdo Flash a domínios confiáveis via política de navegador ou proxy. O uso do EMET (testado pelos pesquisadores da época, que reportaram bloqueio via mitigação de StackPivot) não é mais uma opção válida — a Microsoft descontinuou o EMET em 2018 e ele não recebe mais atualizações.

Não funciona como mitigação: manter o Flash Player 'atualizado' hoje, pois não há mais build suportado nem canal de atualização — qualquer versão instalada é, por definição, obsoleta e sem patches para vulnerabilidades futuras. A única postura defensável é remoção completa do runtime.

Cómo detectar

Não há assinatura de exploração confiável e reutilizável hoje — os indicadores conhecidos são específicos da campanha de janeiro de 2015 via Angler EK/Bedep e estão datados: domínios de referrer falsos observados (24x7searcher.com, global-game-search.me, canopus-a7.in, hot100games.in), C&C do Bedep (wzrdirqvrh07.com, jacafyfugdnvoov.com, IP 46.105.251.1) e C&C de fraude de anúncios (canopus-a7.in, IP 185.48.56.103). Esses indicadores servem apenas para investigação retrospectiva de incidentes daquele período; não têm valor para detecção de campanhas atuais, já que a infraestrutura foi desativada há anos e o próprio Flash Player não roda mais na grande maioria dos ambientes.

Em termos de log, o sinal genérico de exploração de Flash via EK é uma requisição a um arquivo .swf com padrão de fingerprinting prévio (User-Agent, versão de plugin) seguida de tráfego de callback para domínios recém-registrados — mas isso é uma heurística de drive-by download em geral, não específica desta CVE.

Investigado y redactado con IA a partir del advisory del fabricante y análisis públicos, con las fuentes citadas. Verifica siempre la versión corregida en el advisory oficial antes de actuar.
Unspecified vulnerability in Adobe Flash Player through 13.0.0.262 and 14.x, 15.x, and 16.x through 16.0.0.287 on Windows and OS X and through 11.2.202.438 on Linux allows remote attackers to execute arbitrary code via unknown vectors, as exploited in the wild in January 2015.
CVSS:3.1/AV:L/AC:L/PR:N/UI:R/S:U/C:H/I:H/A:H
Productos afectados
n/a · n/a
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