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CVE-2015-1642highbajo ataqueCWE-787

CVE-2015-1642

63Vexday Risk Score

Prioriza la corrección. Ella está bajo explotación confirmada por CISA.

ssvc Actcvss 7.8epss 53%
de la publicación al arma
Publicada en NVD15 ago
CISA KEV+2392d
probabilidad de explotación
53%top 1% de las CVE
explotación observada
CISA + VulnCheck
Acción exigida por CISAplazo federal: 2022-03-24

Apply updates per vendor instructions.

Resumen

Falha de corrupção de memória no Microsoft Office (CVE-2015-1642) que permite execução remota de código quando a vítima abre um documento malicioso — o vetor é local (abertura de arquivo), não rede direta, e depende de interação do usuário. Está no catálogo KEV da CISA desde 2022, ou seja, confirmadamente explorada, mas o vetor de ataque continua sendo o mesmo de sempre em phishing com anexo: baixo custo de exploração, alto impacto se a vítima abrir o arquivo com privilégios elevados.

Detalle técnico

A Microsoft classifica a causa como corrupção de memória ao processar arquivos do Office ('Correcting how Office handles files in memory'), sem detalhar no boletim MS15-081 qual parser ou formato de arquivo específico está envolvido — a correção da CVE-2015-1642 faz parte de um pacote de oito CVEs corrigidas no mesmo boletim, cada uma com causa raiz distinta (corrupção de memória, integer underflow, validação de template, passagem insegura de parâmetro de linha de comando). O CISA KEV classifica a falha como CWE-119 (restrição incorreta de operações dentro dos limites de um buffer de memória), consistente com um overflow ou uso de memória fora dos limites alocados ao parsear estrutura interna de um documento Office.

O CVSS 3.1 (AV:L/AC:L/PR:N/UI:R/S:U/C:H/I:H/A:H) descreve o mecanismo de exploração com precisão: o vetor é local porque o ataque ocorre no processamento de um arquivo já presente no disco/aberto pelo usuário, não via rede; não exige privilégios prévios (PR:N); mas exige interação do usuário (UI:R) — a vítima precisa abrir o documento malicioso. Uma vez acionada, o impacto é total em confidencialidade, integridade e disponibilidade, refletindo execução de código arbitrário no contexto do usuário que abriu o arquivo.

As fontes disponíveis não detalham qual componente exato do parser (Word, Excel, PowerPoint, ou o core compartilhado do Office) contém a falha, nem o offset ou estrutura de dados corrompida — o boletim trata o conjunto de correções de forma agregada.

Cómo se explota

O vetor de ataque é um documento do Office especialmente criado, entregue tipicamente por e-mail (phishing com anexo) ou hospedado para download/abertura. Não há componente de rede a ser explorado remotamente no sentido de serviço exposto — a exploração depende inteiramente da vítima abrir o arquivo malicioso com uma versão vulnerável do Office instalada. Isso reduz a superfície de ataque a cenários de engenharia social, mas não elimina o risco em ambientes corporativos onde documentos Office circulam constantemente como vetor primário de intrusão inicial.

O código executa no contexto do usuário que abriu o documento — contas com privilégios administrativos amplificam o impacto, contas restritas limitam o alcance pós-exploração, conforme a própria Microsoft observa no boletim.

A inclusão no catálogo KEV da CISA (adicionada em março de 2022, sete anos após a publicação da CVE) confirma exploração ativa documentada, mas as fontes consultadas não descrevem campanha específica, autor de ameaça, ou se houve reaproveitamento em kits de exploração de documentos mais recentes. O campo 'Known to be used in ransomware campaigns' do próprio KEV está marcado como 'Unknown' — não há confirmação de uso em ransomware.

Versiones

Afectadas
Microsoft Office 2007 Service Pack 3, Microsoft Office 2010 Service Pack 2 (edições 32-bit e 64-bit), e Microsoft Office 2013 Service Pack 1, conforme a descrição oficial da CVE. O boletim MS15-081 confirma o update para 2007 SP3 e 2010 SP2 (32/64-bit) como classificados 'Important - Remote Code Execution' para esta CVE especificamente.
Corregidas en
Office 2007 SP3: atualização KB 2687409. Office 2010 SP2 (32-bit e 64-bit): atualização KB 2965310. Para Office 2013 SP1, o boletim consultado não teve o KB específico capturado nesta pesquisa — confirmar diretamente no Microsoft Update Catalog ou no boletim MS15-081 completo.

Cómo protegerse

A correção oficial é aplicar a atualização de segurança do boletim MS15-081 (KB 3080790) correspondente à versão instalada: para Office 2007 SP3 o update é o KB 2687409; para Office 2010 SP2 (32-bit e 64-bit) o update é o KB 2965310. As fontes consultadas não confirmam o número de KB específico para Office 2013 SP1, mencionado na descrição oficial da CVE como também afetado — verifique o boletim completo ou o Microsoft Update Catalog para essa versão antes de considerar o ambiente corrigido.

Como paliativo quando a atualização não pode ser aplicada imediatamente: reduzir privilégios da conta que abre documentos Office (limita o impacto pós-exploração, não fecha a falha), bloquear ou colocar em quarentena anexos de Office recebidos por e-mail de fontes não confiáveis, e usar Protected View / bloqueio de macros e conteúdo ativo como camada de atrito adicional — nenhuma dessas medidas neutraliza a vulnerabilidade de corrupção de memória em si, apenas reduz a chance do arquivo malicioso chegar ao parser vulnerável ou limita o raio de dano.

Dado que essas versões do Office (2007, 2010, 2013) estão fora do ciclo de suporte padrão há anos, o caminho realista de mitigação definitiva em 2024+ é a migração para uma versão suportada e com patches ativos — aplicar apenas o patch pontual de 2015 não cobre outras vulnerabilidades corrigidas em boletins posteriores nessas linhas legadas.

Cómo detectar

Não há assinatura de rede a procurar, já que o vetor é local (abertura de arquivo) — não existe tráfego de exploração remota característico. Em ambiente corrigido, indícios de tentativa de exploração anterior ao patch apareceriam como comportamento anômalo do processo do Office (winword.exe, excel.exe, powerpnt.exe) gerando processos filhos inesperados ou injetando código após a abertura de um anexo suspeito — mas as fontes consultadas não documentam IOCs, hashes ou assinaturas específicas associadas a campanhas que exploraram esta CVE. Ausência de indicador público confiável é, em si, a informação relevante: a detecção depende de controles genéricos de comportamento pós-abertura de documento, não de uma assinatura conhecida desta CVE em particular.

Investigado y redactado con IA a partir del advisory del fabricante y análisis públicos, con las fuentes citadas. Verifica siempre la versión corregida en el advisory oficial antes de actuar.
Microsoft Office 2007 SP3, 2010 SP2, and 2013 SP1 allows remote attackers to execute arbitrary code via a crafted document, aka "Microsoft Office Memory Corruption Vulnerability."
CVSS:3.1/AV:L/AC:L/PR:N/UI:R/S:U/C:H/I:H/A:H
Productos afectados
n/a · n/a