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CVE-2015-2502highbajo ataqueCWE-787

CVE-2015-2502

63Vexday Risk Score

Prioriza la corrección. Ella está bajo explotación confirmada por CISA.

ssvc Actcvss 8.8epss 39%
de la publicación al arma
Publicada en NVD19 ago
CISA KEV+2429d
probabilidad de explotación
39%top 2% de las CVE
explotación observada
CISA + VulnCheck
Acción exigida por CISAplazo federal: 2022-05-04

Apply updates per vendor instructions.

Resumen

Falha de corrupção de memória no Internet Explorer (versões 7 a 11) que permite execução remota de código a partir de uma página web maliciosa. Foi corrigida por um patch de emergência fora do ciclo normal (MS15-093) porque já estava sendo explorada ativamente em agosto de 2015 antes da correção existir — daí sua entrada no catálogo KEV da CISA mais de seis anos depois, quando o catálogo foi criado.

Detalle técnico

A vulnerabilidade está classificada como CWE-119 (leitura/escrita fora dos limites de um buffer) e decorre de como o motor de renderização do Internet Explorer manipula objetos em memória. A Microsoft descreve o problema genericamente como 'acesso impróprio a objetos em memória', sem detalhar o componente exato (não há indicação pública de qual subsistema — script engine, DOM, ou outro — contém o defeito), o que é típico de boletins da época, quando pouco detalhe técnico era liberado antes de o patch estar amplamente distribuído.

O atacante controla o conteúdo de uma página HTML (ou de um e-mail HTML) servida à vítima. Ao renderizar esse conteúdo, o IE aloca, referencia ou libera um objeto de forma inconsistente, corrompendo o heap de um jeito que pode ser manipulado para redirecionar fluxo de execução. Isso é a classe clássica de use-after-free/type-confusion que dominou os boletins de IE daquela geração — mas a Microsoft não confirmou publicamente qual das duas.

O impacto documentado é execução de código com os privilégios do usuário logado. Se o usuário estiver em conta administrativa, o comprometimento é total do sistema; em conta com privilégios reduzidos, o atacante fica limitado a esse contexto — mas um pesquisador da Core Security apontou que a falha poderia ser encadeada com uma vulnerabilidade de elevação de privilégio separada para escapar dessa limitação, embora isso não seja garantido nem documentado como parte desta CVE especificamente.

Cómo se explota

Vetor é drive-by: o atacante hospeda um site malicioso ou injeta conteúdo malicioso em site legítimo comprometido (incluindo anúncios ou áreas de conteúdo gerado por usuário), e precisa convencer a vítima a visitá-lo — via link em e-mail, mensageiro instantâneo, ou anexo. A própria Microsoft foi explícita: não há forma de forçar a visualização do conteúdo, só de induzir o clique. Isso corresponde ao UI:R do vetor CVSS — exige interação do usuário, não é 'zero-click'.

Não há pré-requisito de autenticação nem de configuração não padrão: qualquer usuário navegando com IE7 a IE11 sem o patch está exposto, bastando visitar a página armada. A complexidade de exploração em si (construir o exploit de corrupção de memória de forma confiável) é a parte difícil — o boletim já cita exploração in-the-wild em agosto de 2015, o que indica que atacantes qualificados (a descoberta é creditada a um engenheiro de segurança do Google, sugerindo origem em pesquisa de ameaça direcionada) já tinham um exploit funcional antes da correção pública.

Ao ser explorada com sucesso, o resultado final é execução arbitrária de código no contexto do usuário — de comprometimento total (se admin) a acesso limitado (se conta restrita), com possibilidade documentada por terceiros de encadeamento com outra falha de EoP para escalar privilégios.

Versiones

Afectadas
Internet Explorer 7, 8, 9, 10 e 11, em Windows Vista SP2, Windows Server 2008 SP2, Windows 7 SP1, Windows Server 2008 R2 SP1, Windows 8, Windows 8.1, Windows Server 2012, Windows Server 2012 R2, Windows RT, Windows RT 8.1 e Windows 10 (IE11). O Microsoft Edge não é afetado.
Corregidas en
Corrigido pelo boletim MS15-093 via KB3087985 (IE7 a IE11 nas plataformas listadas) e KB3081444 (atualização cumulativa para Windows 10, substituindo KB3081436 do MS15-079).

Cómo protegerse

A correção definitiva é aplicar o boletim MS15-093 / KB3087985 (para IE7 a IE11 em Windows Vista SP2, Windows Server 2008 SP2, Windows 7 SP1, Windows Server 2008 R2 SP1, Windows 8, Windows 8.1, Windows Server 2012, Windows Server 2012 R2, Windows RT e Windows RT 8.1) ou KB3081444 no caso de Windows 10 com IE11 (atualização cumulativa que substitui KB3081436 do MS15-079). Qualquer sistema Windows sem suporte estendido nunca recebeu esse patch e permanece vulnerável indefinidamente — não há correção retroativa possível.

Como paliativo antes de aplicar o patch, um pesquisador da Core Security mencionou que o EMET (Enhanced Mitigation Experience Toolkit) da própria Microsoft poderia mitigar o ataque, mas classificou isso como não confirmado — não trate como controle garantido. O controle compensatório real e comprovado é reduzir a superfície: restringir o uso do IE a sites confiáveis via zonas de segurança, desabilitar ActiveX/scripting em zonas não confiáveis, ou migrar navegação para outro motor não afetado — a Microsoft confirmou que o Edge não era vulnerável a esta falha. Rodar com conta sem privilégios administrativos não elimina o risco, mas reduz o impacto máximo, conforme reconhecido no próprio boletim.

O que não funciona: manter Windows Server em produção sem patch por considerar severidade 'Moderada' — essa classificação reflete apenas a configuração restrita padrão de servidores (IE com Enhanced Security Configuration), não ausência de risco; se um administrador navega na web a partir do servidor, o risco é o mesmo de um cliente.

Cómo detectar

As fontes disponíveis não trazem assinaturas de rede, hashes de exploit ou indicadores de comprometimento específicos publicados pela Microsoft ou por pesquisadores para esta CVE — apenas confirmação de exploração in-the-wild em agosto de 2015 e crédito de descoberta a um engenheiro de segurança do Google. Não há sinal confiável e documentado publicamente para retroativamente identificar tentativas de exploração desta falha específica; times de resposta a incidente da época dependiam de telemetria de endpoint (crashes do processo iexplore.exe com padrões de corrupção de heap) mais do que de assinaturas de tráfego.

Investigado y redactado con IA a partir del advisory del fabricante y análisis públicos, con las fuentes citadas. Verifica siempre la versión corregida en el advisory oficial antes de actuar.
Microsoft Internet Explorer 7 through 11 allows remote attackers to execute arbitrary code or cause a denial of service (memory corruption) via a crafted web site, aka "Memory Corruption Vulnerability," as exploited in the wild in August 2015.
CVSS:3.1/AV:N/AC:L/PR:N/UI:R/S:U/C:H/I:H/A:H
Productos afectados
n/a · n/a