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CVE-2018-4990highbajo ataqueCWE-415

CVE-2018-4990

63Vexday Risk Score

Prioriza la corrección. Ella está bajo explotación confirmada por CISA.

ssvc Actcvss 8.8epss 37%
de la publicación al arma
Publicada en NVD9 jul
CISA KEV+1430d
probabilidad de explotación
37%top 2% de las CVE
explotación observada
CISA + VulnCheck
Acción exigida por CISAplazo federal: 2022-06-22

Apply updates per vendor instructions.

Resumen

Falha de double free (CWE-415) no motor de parsing de PDF do Adobe Acrobat e Reader que permite execução arbitrária de código no contexto do usuário que abre um arquivo malicioso. Está no catálogo KEV da CISA com exploração confirmada, o que eleva sua prioridade prática muito além do que o CVSS de 8.8 já sugere — é uma vulnerabilidade de client-side com histórico real de uso ofensivo, não apenas teórico.

Detalle técnico

A falha é classificada como CWE-415 (double free): a mesma região de memória é liberada duas vezes durante o processamento de um documento PDF. Isso corrompe as estruturas de gerenciamento do heap, e se o atacante conseguir controlar o conteúdo realocado nesse espaço antes da segunda liberação — técnica clássica de heap grooming — o resultado pode ser execução de código arbitrário em vez de apenas uma queda (crash) do processo.

A descrição oficial da Adobe não especifica o componente exato do parser (por exemplo, se está ligado a JavaScript embutido, a um filtro de stream, a fontes ou a anotações) nem detalha a rotina interna afetada. Não encontramos, nas fontes disponíveis, uma análise técnica pública que dissecasse o código vulnerável linha a linha — o que existe é a classificação CWE-415 confirmada pela CISA e a descrição funcional da Adobe.

O vetor CVSS (AV:N/AC:L/PR:N/UI:R) indica que não é necessária autenticação nem privilégio elevado, a complexidade de ataque é baixa, mas há exigência de interação do usuário (UI:R) — ou seja, a vítima precisa abrir o arquivo PDF malicioso. O campo AV:N reflete que o arquivo pode ser entregue por qualquer canal de rede (e-mail, download, link), não que o ataque ocorra sem abertura do documento.

Cómo se explota

O vetor prático é um arquivo PDF malicioso entregue por e-mail (phishing com anexo), download de site comprometido ou link direto. A exploração exige que a vítima abra o documento no Acrobat ou Reader vulnerável — não há exploração remota sem interação humana. Não há pré-requisito de autenticação, configuração não padrão ou privilégio elevado no sistema da vítima: qualquer usuário comum que abra o PDF está exposto.

A presença no catálogo KEV da CISA confirma exploração ativa em campanhas reais, mas as fontes consultadas não detalham o ator, a campanha ou a cadeia de exploração usada — não há um writeup público técnico completo disponível nas referências catalogadas. A CISA classifica a ação recomendada apenas como 'aplicar atualizações conforme instrução do fornecedor', sem detalhar TTPs específicas.

Do ponto de vista de impacto, uma exploração bem-sucedida dá ao atacante execução de código no contexto do usuário logado — não necessariamente privilégios administrativos, mas suficiente para instalar malware, estabelecer persistência ou servir como ponto de entrada para escalonamento posterior, dependendo do que o usuário puder fazer na máquina.

Versiones

Afectadas
Adobe Acrobat and Reader 2018.011.20038 e anteriores; 2017.011.30079 e anteriores; 2015.006.30417 e anteriores.

Cómo protegerse

A Adobe publicou o advisory APSB18-09 com correções para as três linhas de versão afetadas (2018.011.20038 e anteriores, 2017.011.30079 e anteriores, 2015.006.30417 e anteriores). Não tivemos acesso ao conteúdo completo desse advisory nas fontes fornecidas, portanto não é possível confirmar aqui o número exato da versão corrigida para cada ramo — a orientação segura é consultar diretamente o advisory da Adobe (APSB18-09) e atualizar para a versão mais recente disponível para a linha em uso (2015.x, 2017.x ou 2018.x/DC).

Como controle compensatório quando a atualização imediata não é viável: desabilitar a execução de JavaScript dentro do Acrobat/Reader reduz a superfície de ataque para várias classes de vulnerabilidades de PDF, mas não há garantia nas fontes disponíveis de que essa falha específica dependa de JavaScript — trate como mitigação parcial, não como correção. Bloquear o recebimento de anexos PDF de origem não confiável em gateways de e-mail e restringir a abertura automática de PDFs no navegador também reduz a exposição, mas não elimina o risco se o usuário abrir o arquivo manualmente.

O que não funciona: manter o software 'atualizado até uma versão anterior à corrigida' sob a suposição de que versões mais antigas são menos visadas — o próprio registro KEV mostra exploração ativa contra essa CVE anos após sua publicação, evidenciando que atacantes continuam varrendo por instalações desatualizadas. Não há mitigação de configuração que substitua o patch quando o vetor é abertura de arquivo pelo próprio usuário.

Cómo detectar

Não há, nas fontes consultadas, uma assinatura pública de detecção (IOC, regra Snort/YARA ou hash) associada especificamente a esta CVE. Sinais genéricos a observar: falhas (crashes) recorrentes do processo do Acrobat/Reader após abertura de PDFs recebidos por e-mail, anexos PDF com estrutura anômala ou ofuscada vindos de remetentes não usuais, e telemetria de EDR mostrando o processo do leitor de PDF gerando processos filhos inesperados (indicativo de execução de código pós-exploração).

Como a CISA classifica a exploração como confirmada mas não descreve a campanha, times de detecção devem tratar qualquer anomalia de estabilidade em instalações desatualizadas de Acrobat/Reader como potencial indício, priorizando a correlação com a idade da versão instalada em vez de depender de assinatura específica.

Investigado y redactado con IA a partir del advisory del fabricante y análisis públicos, con las fuentes citadas. Verifica siempre la versión corregida en el advisory oficial antes de actuar.
Adobe Acrobat and Reader versions 2018.011.20038 and earlier, 2017.011.30079 and earlier, and 2015.006.30417 and earlier have a Double Free vulnerability. Successful exploitation could lead to arbitrary code execution in the context of the current user.
CVSS:3.1/AV:N/AC:L/PR:N/UI:R/S:U/C:H/I:H/A:H