CVE-2019-13272
Corrige ahora. Ella está bajo explotación confirmada por CISA y tiene exploit funcional público.
Declaraciones oficiales de los fabricantes en formato CSAF/VEX: si su producto está afectado, ya corregido o descartado — y por qué. Es afirmación del fabricante, no juicio de Vexday.
Apply updates per vendor instructions.
Resumen
Falha no ptrace do kernel Linux permite que um processo local escale para root explorando o registro incorreto das credenciais usadas para validar uma relação de ptrace criada via PTRACE_TRACEME. É explorável de forma confiável contra o helper pkexec do Polkit, presente por padrão em praticamente todas as distros Linux com desktop, o que torna o impacto prático muito maior do que uma CVE de kernel típica com CVSS 7.8 — está no catálogo KEV da CISA com exploração ativa confirmada e há módulo Metasploit e PoCs públicas.
Detalle técnico
A função ptrace_link() em kernel/ptrace.c é chamada quando um processo se torna 'tracee' de outro, seja via PTRACE_ATTACH (o tracer inicia) seja via PTRACE_TRACEME (o próprio processo, futuro filho, pede para ser rastreado pelo pai). Essa função grava, junto com o vínculo de ptrace, as credenciais que serão usadas depois para checagens de permissão (ptrace_has_cap / __ptrace_may_access) sempre que o tracer tentar operações privilegiadas sobre o tracee.
Cómo se explota
O bug mora exatamente na fonte de credencial usada nesse registro: no código vulnerável, __ptrace_link() gravava __task_cred(new_parent) sob rcu_read_lock() — a credencial do processo que se tornará tracer, lida em um instante que pode não corresponder ao estado que ela terá quando a relação for de fato usada para validação. O commit de correção (6994eefb0053) troca isso para current_cred(), a credencial do processo que está executando a chamada de fato no momento em que o vínculo é estabelecido, removendo a leitura via RCU. NVD classifica isso como duas falhas combinadas: um problema de lifetime de objeto (que também pode causar panic/DoS) e a marcação incorreta de quando uma relação de ptrace deve ser tratada como privilegiada.
Versiones
Cómo protegerse
A correção definitiva é atualizar o kernel Linux para 5.1.17 ou posterior, que incorpora o commit 6994eefb0053799d2e07cd140df6c2ea106c41ee (uso de current_cred() em vez de __task_cred() sob RCU). Distribuições enterprise fizeram backport em seus próprios ramos: Red Hat publicou correção via RHSA-2019:2405 e RHSA-2019:2411 (RHEL 8, kernel e kernel-rt) e RHSA-2019:2809 (RHEL 7, kernel-alt); há também Kernel Live Patch (LSN-0054-1) e atualização para Slackware 14.2 — consulte a errata específica da sua distro para o NVR exato do pacote corrigido, já que os números de build (ex.: 4.18.0-80.7.2.rt9.154.el8_0) são amarrados ao ramo/versão de cada distribuição.
Cómo detectar
Como pré-condição, o Polkit's pkexec (ou qualquer suid-binário que faça fork+PTRACE_TRACEME+execve) é o vetor mais citado; disponibilidade do pkexec com kernel vulnerável já configura risco relevante em qualquer distro Linux desktop/server com esse binário instalado. Não há assinatura de rede — é falha 100% local (AV:L), exigindo apenas acesso a shell/execução de código como usuário sem privilégios (PR:L conforme o CVSS informado) e sem interação do usuário.