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CVE-2020-25223criticalbajo ataqueCWE-78

CVE-2020-25223

100Vexday Risk Score

Corrige ahora. Ella está bajo explotación confirmada por CISA y tiene exploit funcional público.

ssvc Actcvss 9.8epss 97%
de la publicación al arma338 días
Publicada en NVD25 sept
1ª PoC+338d
metasploit18 sept
CISA KEV+546d
probabilidad de explotación
97%top 1% de las CVE
explotación observada
CISA + VulnCheck
4 exploit(s) público(s)
Acción exigida por CISAplazo federal: 2022-04-15

Apply updates per vendor instructions.

Resumen

Falha de injeção de comando de SO (CWE-78) no WebAdmin do Sophos SG UTM que permite execução remota de código como root, sem autenticação. O vetor é uma requisição HTTP manipulada contra o endpoint webadmin.plx, explorando como o identificador de sessão (SID) é tratado antes de chegar ao serviço de backend confd. Foi encontrada via programa de bug bounty, mas depois de divulgada passou a ser explorada ativamente — está no catálogo KEV da CISA e tem módulo Metasploit, template Nuclei e PoC pública.

Detalle técnico

O endpoint webadmin.plx (um script Perl) processa a maior parte do tráfego web do WebAdmin. Em requisições HTTP POST, o SID enviado pelo cliente é passado ao confd (serviço de backend) para validação, e o processo tenta ler o SID como arquivo dentro do diretório /var/confd/var/sessions. Depois de passar por algumas subrotinas, esse valor chega como segundo argumento à função open() do Perl.

O problema é clássico de uso inseguro de open() em Perl com dados controlados pelo atacante: quando o segundo argumento de open() não é tratado como caminho de arquivo puro (forma de dois argumentos, sem modo explícito), o Perl pode interpretar metacaracteres do shell dentro dele, permitindo que uma string formatada como comando seja executada em vez de simplesmente aberta como arquivo.

Existe ainda um bypass de validação: uma RewriteRule (^/var → webadmin.plx) redireciona requisições para /var ao mesmo script, mas esse caminho de entrada não passa pela mesma verificação por regex aplicada ao SID normal. Isso permite substituir o valor do SID por uma string de comando (o exemplo documentado por pesquisadores usa algo equivalente a 'touch /tmp/pwned') e tê-la executada com privilégios de root, já que o serviço afetado roda com essa permissão.

Não há necessidade de sessão válida, credenciais ou interação do usuário — o atacante controla diretamente o conteúdo que acaba sendo interpretado como comando pelo interpretador de comandos do sistema.

Cómo se explota

O vetor é uma única requisição HTTP (POST) contra a interface WebAdmin exposta na rede, sem necessidade de autenticação prévia. O pré-requisito real de exploração é acesso de rede à porta do WebAdmin — normalmente 4444/tcp por padrão em instalações do Sophos SG UTM — e que essa interface não esteja restrita a redes internas/confiáveis.

A complexidade é baixa: não exige engenharia social, não depende de condição de corrida, e o caminho de exploração (bypass do regex via rota /var, seguido da substituição do SID por um comando) já foi documentado publicamente, com PoC, módulo Metasploit e template Nuclei disponíveis, o que reduz a barreira técnica a praticamente zero para quem tem acesso à interface.

O resultado final é execução de comando arbitrário como root no appliance — controle total do UTM, incluindo firewall, VPN e políticas de rede que ele gerencia. A Sophos afirmou não ter evidência de exploração no momento da publicação do advisory (a falha veio de bug bounty), mas a inclusão posterior no catálogo KEV da CISA confirma exploração ativa identificada depois disso.

Versiones

Afectadas
Sophos SG UTM em versões anteriores a v9.705 MR5, v9.607 MR7 e v9.511 MR11 (cada ramo com sua respectiva versão de corte).
Corregidas en
v9.705 MR5, v9.607 MR7, v9.511 MR11, ou versões posteriores em cada ramo correspondente.

Cómo protegerse

A correção definitiva é atualizar para as versões corrigidas: v9.705 MR5, v9.607 MR7 ou v9.511 MR11 (ou posteriores), dependendo do ramo em uso. Não há patch parcial nem flag de configuração que elimine a vulnerabilidade em si — o problema está no código do webadmin.plx e só é resolvido pela atualização.

Como mitigação temporária, o próprio fornecedor recomenda restringir o acesso ao WebAdmin: em Management → WebAdmin Settings → WebAdmin Access Configuration → Allowed Networks, manter apenas a rede interna (ou outra definição de rede exclusivamente interna) como entrada permitida, removendo qualquer exposição da interface à internet. Isso reduz drasticamente a superfície de ataque, mas não corrige a falha — qualquer origem dentro da rede permitida ainda pode explorá-la sem autenticação.

Não existe mitigação eficaz via WAF genérico, já que o vetor é uma requisição legítima em formato ao endpoint nativo da aplicação (não há assinatura de payload malformado óbvia sem inspecionar a lógica específica do SID). A única mitigação real além da atualização é isolamento de rede da interface de administração.

Cómo detectar

Como o vetor é uma requisição HTTP/POST dirigida ao endpoint webadmin.plx (ou à rota reescrita /var) na interface WebAdmin, o sinal a procurar em logs de acesso é requisições anômalas a esses caminhos com valores de SID que não correspondem ao formato esperado de identificador de sessão — em especial strings que se parecem com comandos de shell no lugar do SID. Tentativas de exploração documentadas usam comandos simples de teste (como criação de arquivo em /tmp) para confirmar execução, o que pode deixar artefatos no sistema de arquivos do appliance.

Não há um IOC de rede universalmente confiável além disso: como o tráfego é HTTP legítimo para um endpoint nativo da aplicação, sem payload malformado óbvio, a detecção depende de logging detalhado do WebAdmin e de análise do valor do SID em requisições recebidas. A ausência de logs de acesso não implica ausência de exploração, já que appliances antigos podem não reter histórico suficiente.

Investigado y redactado con IA a partir del advisory del fabricante y análisis públicos, con las fuentes citadas. Verifica siempre la versión corregida en el advisory oficial antes de actuar.
A remote code execution vulnerability exists in the WebAdmin of Sophos SG UTM before v9.705 MR5, v9.607 MR7, and v9.511 MR11
CVSS:3.1/AV:N/AC:L/PR:N/UI:N/S:U/C:H/I:H/A:H
Productos afectados
n/a · n/a
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