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CVE-2026-20253criticalbajo ataqueCWE-306

Unauthenticated Arbitrary File Creation and Truncation in a PostgreSQL Sidecar Service Endpoint in Splunk Enterprise

100Vexday Risk Score

Corrige ahora. Ella está bajo explotación confirmada por CISA y tiene exploit funcional público.

ssvc Actcvss 9.8epss 96%
de la publicación al arma2 días
Publicada en NVD10 jun
1ª PoC+2d
CISA KEV+8d
probabilidad de explotación
96%top 1% de las CVE
explotación observada
CISA + VulnCheck
9 exploit(s) público(s)
Acción exigida por CISAplazo federal: 2026-06-21

Apply mitigations in accordance with vendor instructions, ensuring compliance with CISA’s BOD 26-04 Prioritizing Security Updates Based on Risk (see URL in Notes) guidance and CISA’s “Forensics Triage Requirements” (see URL in Notes). Follow applicable BOD 26-04 guidance for cloud services or discontinue use of the product if mitigations are unavailable. Stakeholders are responsible for evaluating each asset's internet exposure and ensuring adherence to BOD 26-04 patching guidelines.

Resumen

Falha de ausência de autenticação (CWE-306) no serviço sidecar de PostgreSQL que acompanha o Splunk Enterprise a partir da versão 10, permitindo que qualquer usuário com acesso de rede crie ou trunque arquivos arbitrários sem credenciais. O CVSS 9.8 reflete o pior cenário possível (C:H/I:H/A:H), mas o impacto real depende de o sidecar estar instalado e habilitado — o que varia por forma de instalação e não é universal. Está no catálogo KEV da CISA com evidência de exploração limitada confirmada pelo próprio PSIRT da Splunk em junho de 2026.

Detalle técnico

O componente vulnerável é o 'splunk-postgres', um binário Go que roda como serviço sidecar e escuta por padrão em 127.0.0.1:5435 (e em outra porta efêmera, observada em 33669), aparentemente restrito ao loopback. Ele expõe uma API HTTP sob o prefixo /v1/postgres/, com endpoints como /v1/postgres/status, /v1/postgres/health, /v1/postgres/recovery/backup e /v1/postgres/recovery/restore. O endpoint de backup aceita um JSON com os campos 'database' e 'backupFile', ambos controláveis pelo requisitante — é essa combinação que abre a porta para escrita/truncamento de arquivo fora do escopo esperado (indicativo de um path traversal ou falta de validação de caminho, embora o mecanismo exato de resolução de caminho não esteja detalhado publicamente).

O problema central, segundo o advisory da Splunk, é que esse endpoint sidecar não implementa nenhum controle de autenticação — qualquer requisição alcançável na rede é aceita e executada. Pesquisadores da watchTowr demonstraram que, apesar do bind em loopback, a aplicação web principal do Splunk (splunkd, exposta em todas as interfaces na porta 8000) atua como proxy para essa API interna através de um caminho tipo /en-US/splunkd/__raw/v1/postgres/..., repassando a requisição ao sidecar sem exigir credenciais válidas — nos testes deles, um header 'Authorization: Basic Og==' (equivalente a usuário e senha vazios) foi suficiente para a requisição ser processada.

O CWE catalogado (306 — Missing Authentication for Critical Function) reflete exatamente isso: a superfície de rede real de exploração não é a porta 5435 isolada, e sim o proxy exposto pela interface web/API de gerenciamento do Splunk, que herda a falta de autenticação do sidecar.

Cómo se explota

O vetor prático não exige a porta 5435 diretamente acessível pela rede: basta alcançar a interface HTTP do Splunk (splunkd/management, tipicamente porta 8000 ou a porta de management) que repassa a requisição ao sidecar interno via proxy. Não há necessidade de autenticação válida — nos testes de pesquisadores, um cabeçalho Authorization vazio já foi suficiente para a requisição ser aceita pelo backend. Isso torna a explicação de complexidade baixa (AC:L) coerente com o CVSS: sem interação do usuário, sem privilégios, apenas alcance de rede ao endpoint.

A pré-condição real e pouco óbvia na manchete é que o serviço PostgreSQL sidecar precisa estar instalado e habilitado. Segundo a análise da watchTowr, isso varia por forma de instalação: em instalação manual no Windows o sidecar pode não estar instalado, ou estar instalado mas desabilitado por padrão; em Splunk Enterprise na AWS, o sidecar vem instalado e habilitado por padrão, tornando essa variante vulnerável 'out of the box'. Splunk Cloud não usa sidecars e não é afetado.

O resultado direto e confirmado pelo fornecedor é criação ou truncamento de arquivo arbitrário no sistema onde o Splunk roda. A Splunk PSIRT confirmou exploração limitada em ambiente real em junho de 2026, e o item está no catálogo KEV da CISA com prazo de correção de apenas três dias (18 a 21 de junho), sinal de urgência alta atribuída pela agência. O título do artigo da watchTowr aponta para potencial encadeamento até execução remota de código, mas o material disponível publicamente não detalha o mecanismo exato dessa escalada além da primitiva de escrita/truncamento de arquivo — trate a primitiva confirmada como file write/truncate, e a possibilidade de RCE como algo a validar no seu próprio ambiente, não como fato estabelecido pelo fornecedor.

Versiones

Afectadas
Splunk Enterprise 10.2.0 até 10.2.3; Splunk Enterprise 10.0.0 até 10.0.6. Versões 9.4 e anteriores não são afetadas (conceito de sidecar não existe nelas). Splunk Cloud Platform não é afetado.
Corregidas en
Splunk Enterprise 10.4.0, 10.2.4 e 10.0.7, ou versões superiores em cada ramo.

Cómo protegerse

A correção definitiva é atualizar o Splunk Enterprise para 10.4.0, 10.2.4, 10.0.7 ou versões superiores dentro de cada ramo. Versões 9.4 e anteriores não são afetadas por não possuírem o conceito de sidecar. Splunk Cloud Platform não é afetado e não requer ação.

Se a atualização imediata não for viável, o paliativo oficial é desabilitar o serviço sidecar de PostgreSQL, adicionando a stanza '[postgres]\ndisabled = true' em $SPLUNK_HOME/etc/system/local/server.conf e reiniciando a instância. O custo real desse workaround: ele quebra Edge Processor, OpAmp e pipelines de dados SPL2 que dependam do sidecar — não aplique se esses recursos estiverem em uso, pois a quebra pode cascatear para outros processos sidecar dependentes. Busca, indexação e dashboards principais não são afetados pela desativação.

Restringir a exposição de rede das portas de management/web do Splunk não elimina a falha caso o serviço sidecar esteja habilitado e o proxy interno continue ativo, mas reduz a superfície de ataque enquanto a atualização ou o workaround não são aplicados — não é substituto para nenhum dos dois.

Cómo detectar

O próprio advisory da Splunk lista o campo 'Detections' como 'None' — não há assinatura ou indicador de comprometimento oficialmente publicado pelo fornecedor. Na ausência de detecção oficial, procure em logs de acesso web/splunkd por requisições POST para caminhos contendo '/v1/postgres/recovery/backup' ou '/v1/postgres/recovery/restore' via o proxy '__raw', especialmente com cabeçalho Authorization ausente, vazio ou com credenciais Basic triviais (ex.: 'Basic Og=='), e por criação ou truncamento inesperado de arquivos no sistema de arquivos do host Splunk sem correlação com atividade administrativa legítima.

Investigado y redactado con IA a partir del advisory del fabricante y análisis públicos, con las fuentes citadas. Verifica siempre la versión corregida en el advisory oficial antes de actuar.
In Splunk Enterprise 10.2 versions below 10.2.4 and 10 versions below 10.0.7, an unauthenticated user could create or truncate arbitrary files through a PostgreSQL sidecar service endpoint. The vulnerability exists because the PostgreSQL sidecar service endpoint lacks authentication controls, allowing any network-reachable user to invoke file operations without credentials. Splunk Enterprise versions 9.4 and earlier are not affected. If you cannot immediately upgrade to a fixed version, you can mitigate this vulnerability by disabling the PostgreSQL sidecar service.
CVSS:3.1/AV:N/AC:L/PR:N/UI:N/S:U/C:H/I:H/A:H
Productos afectados
Splunk · Splunk Enterprise
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