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CVE-2026-20262mediumbajo ataqueCWE-22

Cisco Catalyst SD-WAN Manager Arbitrary File Write Vulnerability

68Vexday Risk Score

Prioriza la corrección. Ella está bajo explotación confirmada por CISA y tiene prueba de concepto pública.

ssvc Actcvss 6.5epss 28%
de la publicación al arma1 días
Publicada en NVD15 jun
1ª PoC+1d
CISA KEV15 jun
probabilidad de explotación
28%top 2% de las CVE
explotación observada
CISA + VulnCheck
2 exploit(s) público(s)
Acción exigida por CISAplazo federal: 2026-06-29

Apply mitigations in accordance with vendor instructions, ensuring compliance with CISA’s BOD 26-04 Prioritizing Security Updates Based on Risk (see URL in Notes) guidance and CISA’s “Forensics Triage Requirements” (see URL in Notes). Follow applicable BOD 26-04 guidance for cloud services or discontinue use of the product if mitigations are unavailable. Stakeholders are responsible for evaluating each asset's internet exposure and ensuring adherence to BOD 26-04 patching guidelines.

Resumen

Falha de directory/path traversal (CWE-22) na interface web do Cisco Catalyst SD-WAN Manager (ex-vManage) permite que um usuário autenticado, mesmo com privilégios baixos, grave ou sobrescreva arquivos arbitrários no sistema operacional subjacente. O CVSS 6.5 parece moderado, mas a falha está no catálogo KEV da CISA com exploração confirmada em ambiente real e é usada como primeiro passo para escalar a root — o dano prático é bem maior do que o score sugere.

Detalle técnico

A vulnerabilidade fica no processo de upload de arquivos da interface web, especificamente no handler que processa perfis do Cisco AnyConnect para o recurso SD-WAN Remote Access (SDRA) — visto no log oficial como 'SdraAnyConnectFileUploadHandler'. O software não valida corretamente o nome/caminho do arquivo enviado pelo usuário, permitindo sequências de path traversal (../../../../) no campo de nome de arquivo da requisição HTTP para a API de upload.

O atacante controla o caminho de destino do arquivo gravado. No caso documentado pela Cisco, o traversal foi usado para escrever um arquivo .war diretamente no diretório de deployments do WildFly (/var/lib/wildfly/standalone/deployments/), o servidor de aplicação Java que hospeda o vManage. O WildFly monitora esse diretório e faz deploy automático de qualquer artefato colocado ali — isso transforma uma escrita arbitrária de arquivo em execução de código dentro do contexto do serviço.

O CWE-22 é a classificação correta: o bug não é ausência total de autenticação, é falta de sanitização de caminho durante uma operação de upload legítima. A CISA cataloga a falha como 'Directory or Path Traversal Vulnerability', reforçando isso, enquanto o resumo executivo da Cisco fala genericamente em 'file write' sem mencionar traversal — a mecânica real só aparece nos IOCs do próprio advisory.

Cómo se explota

Pré-requisito real: o atacante precisa de credenciais válidas na interface web do SD-WAN Manager. Há divergência entre as fontes sobre o nível de privilégio exigido — a descrição oficial resumida da CVE fala em conta de 'single-task user' de baixo privilégio, enquanto o corpo do advisory da Cisco especifica 'credenciais válidas com pelo menos acesso de escrita'. O vetor CVSS (PR:L) confirma que privilégio baixo é suficiente; não é necessário acesso administrativo prévio, mas também não é uma falha pré-autenticação.

Com uma conta válida, o ataque consiste em enviar uma requisição HTTP manipulada ao endpoint de upload de perfil AnyConnect/SDRA, embutindo sequências de traversal no nome do arquivo para escapar do diretório de destino pretendido e colocar o payload em um local sensível — no caso observado, o diretório de auto-deploy do WildFly. Isso não exige interação de usuário (UI:N) nem condições de rede exóticas além de acesso à interface de gerenciamento, mas exige que o SD-WAN Manager esteja acessível ao atacante (idealmente não exposto à internet).

A Cisco confirmou exploração limitada em ambiente real em junho de 2026, o que motivou a entrada imediata no catálogo KEV da CISA com prazo de mitigação até 29/06/2026. O resultado final documentado é deploy de um artefato WAR malicioso que passa a responder a requisições HTTP próprias, servindo como shell web para o atacante — abrindo caminho para escalada a root, embora o impacto direto do CVE em si seja classificado apenas como integridade (I:H), sem confidencialidade ou disponibilidade.

Versiones

Afectadas
Cisco Catalyst SD-WAN Manager: 20.9.9.1 e anteriores; 20.12.7.1 e anteriores; 20.15.4.4 e anteriores; 20.15.5.2 e anteriores; 20.18.3; 26.1.1.1 e anteriores. Afeta todos os tipos de implantação: On-Prem, SD-WAN Cloud-Pro, SD-WAN Cloud (gerenciado pela Cisco) e SD-WAN for Government (FedRAMP), independentemente da configuração do dispositivo.
Corregidas en
20.9.9.2 (para a linha 20.9.9.x); 20.12.7.2 (linha 20.12.7.x); 20.15.4.5 (linha 20.15.4.x); 20.15.5.3 (linha 20.15.5.x); 20.18.3.1 (linha 20.18.3); 26.1.1.2 (linha 26.1.1.x).

Cómo protegerse

Não existe workaround. O próprio advisory da Cisco declara explicitamente 'There are no workarounds that address this vulnerability' — a única remediação é atualizar para uma versão corrigida. Restringir acesso à interface de gerenciamento (evitar exposição à internet, limitar por ACL/VPN) reduz a superfície de ataque mas não elimina a falha, já que qualquer usuário autenticado de baixo privilégio pode explorá-la.

Versões corrigidas por branch: 20.9.9.1 e anteriores → 20.9.9.2; 20.12.7.1 e anteriores → 20.12.7.2; 20.15.4.4 e anteriores → 20.15.4.5; 20.15.5.2 e anteriores → 20.15.5.3; 20.18.3 → 20.18.3.1; 26.1.1.1 e anteriores → 26.1.1.2. Confirme a versão exata na saída do próprio sistema, não confie em versões de release notes genéricas.

Como há exploração ativa confirmada e a falha está no KEV, tratar como incidente potencial: após atualizar, revisar logs históricos em busca dos indicadores documentados pela Cisco para verificar se o sistema já foi comprometido antes do patch. Auditoria de contas com privilégio de escrita e revisão de artefatos implantados no WildFly (deployments) é recomendada independentemente da atualização, já que o patch corrige a vulnerabilidade mas não remove artefatos maliciosos já plantados.

Cómo detectar

A Cisco publicou três entradas de log específicas para auditoria. Em /var/log/nms/vmanage-server.log, procurar por entradas do handler 'SdraAnyConnectFileUploadHandler' com nome de arquivo contendo sequências de traversal (../../../../) apontando para caminhos fora do diretório esperado de perfis AnyConnect, especialmente para /var/lib/wildfly/standalone/deployments/ — esse é o indicador de vetor inicial de comprometimento. Em /var/log/nms/vmanage-appserver.log, buscar linhas 'WFLYSRV0010: Deployed' referenciando artefatos .war com nomes suspeitos ou não reconhecidos como parte da operação normal. Em /var/log/nms/containers/service-proxy/serviceproxy-access.log, requisições POST para caminhos correspondentes ao nome do artefato implantado (ex.: //index.jsp) indicam interação pós-exploração com o webshell.

A Cisco alerta que as duas últimas categorias de log nem sempre aparecem — sua ausência não descarta comprometimento. Sistemas expostos à internet têm risco elevado; recomenda-se correlacionar esses logs com a postura de rede normal para evitar falsos positivos, e usar 'request admin-tech' nos componentes de controle para gerar evidência a ser submetida ao TAC da Cisco em caso de suspeita.

Investigado y redactado con IA a partir del advisory del fabricante y análisis públicos, con las fuentes citadas. Verifica siempre la versión corregida en el advisory oficial antes de actuar.
A vulnerability in the web UI of Cisco Catalyst SD-WAN Manager, formerly SD-WAN vManage, could allow an authenticated, remote attacker to create a file or overwrite any file on the filesystem of an affected system. This vulnerability exists because the affected software does not properly validate user-supplied input during a file upload process. An attacker could exploit this vulnerability by sending a crafted HTTP request to an affected API endpoint of the affected system. A successful exploit could allow the attacker to create or overwrite any file on the underlying operating system. This file could later be used to elevate to root. To exploit this vulnerability, the attacker must have valid credentials with at least a lower-privileged, single-task user account.
CVSS:3.1/AV:N/AC:L/PR:L/UI:N/S:U/C:N/I:H/A:N
⚠ Recursos públicos, para evaluar la exposición de sistemas que controlas o estás autorizado a probar. Prueba solo con autorización.