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CVE-2015-3043highsob ataqueCWE-787

CVE-2015-3043

100Vexday Risk Score

Corrija agora. Ela está sob exploração confirmada pelo CISA e tem exploit funcional público.

ssvc Actcvss 7.8epss 74%
da publicação à arma37 dias
Publicada no NVD14 de abr.
1ª PoC+37d
metasploit+70d
CISA KEV+2515d
probabilidade de exploração
74%top 1% das CVEs
exploração observada
simCISA + VulnCheck
3 exploit(s) público(s)
Ação exigida pela CISAprazo federal: 2022-03-24

The impacted product is end-of-life and should be disconnected if still in use.

Resumo

Vulnerabilidade de corrupção de memória (CWE-787, escrita fora dos limites) no Adobe Flash Player, corrigida no boletim APSB15-06 de abril de 2015 junto com quase vinte outras CVEs do mesmo lote. Foi explorada ativamente in-the-wild antes da correção, o que a colocou no catálogo KEV da CISA — mas hoje sua relevância prática é quase nula porque o Flash Player está descontinuado desde dezembro de 2020 e não executa mais SWF em nenhum navegador ou sistema atualizado.

Detalhamento técnico

A Adobe não divulgou detalhes técnicos do vetor específico ('unspecified vectors'), padrão da época para bugs do Flash Player corrigidos em lote. O CWE-787 associado pela CISA indica escrita fora dos limites de um buffer, provavelmente dentro do parser/renderer de conteúdo SWF ou da ActionScript Virtual Machine, que processa estruturas de dados embutidas em arquivos SWF controladas pelo atacante.

O boletim APSB15-06 agrupou essa falha com CVE-2015-0346 até CVE-2015-3044 — praticamente todas descritas como corrupção de memória explorável para execução de código ou negação de serviço via SWF malicioso. Não há diferenciação pública do mecanismo exato de CVE-2015-3043 em relação às demais do lote; distribuidores como Red Hat e Gentoo tratam o conjunto como um único pacote de correção.

O atacante controla o conteúdo do arquivo SWF entregue à vítima. Não há indicação de que a falha exija estado de rede, autenticação ou configuração não padrão do Flash Player — o requisito real é a vítima carregar o conteúdo malicioso, seja embutido em página web, seja em documento.

Como é explorada

A exploração observada em abril de 2015 ocorreu via entrega de SWF malicioso, tipicamente embutido em uma página web ou anúncio, exigindo que a vítima visitasse o conteúdo com o Flash Player vulnerável carregado no navegador (drive-by). O vetor CVSS fornecido (AV:L/AC:L/PR:N/UI:R) reflete uma reclassificação feita pela CISA em 2025 (projeto Vulnrichment) que corrigiu classificações antigas e infladas desse e de outros CVEs de Flash: a exploração não é totalmente automatizável a distância sem interação — depende da vítima navegar até o conteúdo malicioso, o que a CISA rebaixou explicitamente para 'Automatable: No' e ajustou a superfície de ataque para local em vez de rede pura.

Não há pré-condição de autenticação, privilégio elevado ou configuração especial do Flash Player. A complexidade de exploração é baixa (AC:L) uma vez que o arquivo SWF malicioso é entregue; o único requisito humano é abrir/visualizar o conteúdo (UI:R). O resultado bem-sucedido é execução arbitrária de código no contexto do processo do Flash Player — geralmente as permissões do plugin dentro do navegador — ou, na falha da exploração, travamento (DoS) por corrupção de memória.

A campanha de abril de 2015 não teve atribuição pública detalhada nas fontes revisadas; o registro está confirmado no KEV da CISA como exploração ativa conhecida, mas sem indicação de uso em ransomware.

Versões

Afetadas
Adobe Flash Player anterior a 13.0.0.281; 14.x até 17.x anterior a 17.0.0.169 em Windows e OS X; anterior a 11.2.202.457 em Linux.
Corrigidas em
13.0.0.281 (ramo 13.x); 17.0.0.169 (ramos 14.x–17.x, Windows/OS X); 11.2.202.457 (Linux, incluindo pacotes flash-plugin do RHEL 5/6 e www-plugins/adobe-flash do Gentoo).

Como se proteger

A correção definitiva, publicada pela Adobe em APSB15-06, era atualizar para Flash Player 13.0.0.281 (ramo 13.x), 17.0.0.169 (ramos 14.x a 17.x em Windows e OS X) ou 11.2.202.457 (Linux). Distribuições Linux replicaram essa correção — Red Hat via RHSA-2015:0813 e Gentoo via GLSA 201504-07 — ambas apontando o mesmo alvo de versão 11.2.202.457 para o pacote flash-plugin.

Não havia workaround conhecido no momento da divulgação; o próprio advisory do Gentoo registra explicitamente 'não há workaround conhecido'. Hoje a mitigação real é outra: o Adobe Flash Player atingiu fim de vida em dezembro de 2020, a Adobe bloqueou a execução de conteúdo SWF em suas próprias versões, e a orientação atual da CISA no catálogo KEV é 'o produto impactado está em fim de vida e deve ser desconectado se ainda estiver em uso' — ou seja, não existe mais patch a aplicar, e a única ação válida é remover o Flash Player e qualquer navegador/sistema legado que ainda o carregue.

Não funciona como mitigação manter versões antigas do plugin 'atualizadas até a última release suportada': todas as versões do Flash Player, mesmo as mais recentes já lançadas, estão irremediavelmente obsoletas e sem suporte de segurança.

Como detectar

Não há assinatura pública confiável específica para esta CVE isoladamente, já que a Adobe nunca detalhou o vetor exato e ela foi corrigida junto com quase vinte outras falhas de corrupção de memória no mesmo lote (APSB15-06). Sinais genéricos de exploração de Flash da época incluem crashes do processo do plugin correlacionados com carregamento de conteúdo SWF de origem externa, e telemetria de endpoint mostrando o navegador ou plugin Flash gerando processos filhos inesperados após visitar uma página. Hoje, o sinal mais relevante de risco não é log de exploração, mas a simples presença de Flash Player instalado e habilitado em qualquer sistema — indicativo suficiente de exposição, independentemente de tentativa de ataque específica.

Pesquisado e redigido com IA a partir do advisory do fornecedor e de análises públicas, com as fontes acima. Confira sempre a versão corrigida no advisory oficial antes de agir.
Adobe Flash Player before 13.0.0.281 and 14.x through 17.x before 17.0.0.169 on Windows and OS X and before 11.2.202.457 on Linux allows attackers to execute arbitrary code or cause a denial of service (memory corruption) via unspecified vectors, as exploited in the wild in April 2015, a different vulnerability than CVE-2015-0347, CVE-2015-0350, CVE-2015-0352, CVE-2015-0353, CVE-2015-0354, CVE-2015-0355, CVE-2015-0360, CVE-2015-3038, CVE-2015-3041, and CVE-2015-3042.
CVSS:3.1/AV:L/AC:L/PR:N/UI:R/S:U/C:H/I:H/A:H
Produtos afetados
n/a · n/a
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