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CVE-2024-12356criticalunder attackCWE-77

Command Injection Vulnerability in Remote Support(RS) & Privileged Remote Access (PRA)

95Vexday Risk Score

Patch now. It under exploitation confirmed by CISA and has a working public exploit.

ssvc Actcvss 9.8epss 88%
from disclosure to weapon0 days
Published on NVDDec 17
metasploitDec 16
CISA KEV+2d
exploitation probability
88%top 1% of all CVEs
observed exploitation
yesCISA + VulnCheck
Action required by CISAfederal deadline: 2024-12-27

Apply mitigations per vendor instructions or discontinue use of the product if mitigations are unavailable.

Summary

Falha crítica de command injection (CWE-77) nos produtos BeyondTrust Privileged Remote Access (PRA) e Remote Support (RS), que permite a um atacante não autenticado injetar comandos executados com o privilégio do usuário de site (site user) da instância. Está no catálogo KEV da CISA com exploração ativa confirmada e existe módulo Metasploit público — combinação que justifica o CVSS 9.8 e o prazo de correção agressivo (8 dias) definido pela CISA.

Technical detail

A vulnerabilidade é classificada pelo próprio fornecedor como CWE-77 (Improper Neutralization of Special Elements used in a Command). Isso indica que algum componente das aplicações PRA/RS aceita entrada controlada por um usuário externo — sem qualquer autenticação prévia (PR:N, UI:N no vetor CVSS) — e a repassa, sem sanitização adequada, para uma rotina que monta e executa um comando no sistema operacional subjacente.

O vetor CVSS (AV:N/AC:L/PR:N/UI:N/S:U/C:H/I:H/A:H) descreve um ataque de rede, sem complexidade adicional, sem necessidade de privilégios nem interação do usuário, com impacto total em confidencialidade, integridade e disponibilidade — ou seja, execução de comando com resultado equivalente a comprometimento completo do serviço.

As fontes disponíveis (advisory da BeyondTrust, NVD, CISA) não detalham publicamente qual endpoint, parâmetro ou serviço específico recebe a entrada maliciosa, nem o texto completo do fluxo de código vulnerável. Isso é deliberado: fornecedores de produtos de acesso remoto tendem a omitir detalhes de exploração enquanto o patch não está amplamente aplicado. O que se sabe com confiança, a partir do CNA (BeyondTrust) e do NVD, é o tipo de falha (injeção de comando), a ausência de pré-requisito de autenticação e o impacto (execução como 'site user').

How it’s exploited

Pré-requisito real: nenhum além de acesso de rede ao serviço PRA/RS exposto — não há necessidade de conta válida, de interação de usuário nem de configuração não padrão conhecida. Isso torna a superfície de ataque ampla para qualquer instância acessível pela internet ou por rede adjacente não segmentada.

A CISA classifica a exploração como ativa ('exploitation: active' no SSVC) e o CVE está no catálogo KEV desde 19/12/2024, com prazo de mitigação até 27/12/2024 — um dos prazos mais curtos do catálogo, reservado a falhas com exploração observada e alto impacto. A existência de módulo Metasploit público reduz ainda mais a barreira técnica para exploração em massa, já que automatiza a submissão do payload que dispara a injeção de comando.

O resultado final da exploração é execução de comando arbitrário no host da aplicance PRA/RS, com os privilégios do usuário de serviço ('site user'). Dependendo de como esse usuário está configurado no ambiente, isso pode significar acesso a credenciais gerenciadas pela ferramenta, movimento lateral via as próprias sessões de suporte remoto/acesso privilegiado que o produto administra, ou simplesmente um ponto de apoio para escalar privilégios no host. As fontes revisadas não descrevem exploração encadeada com outras CVEs nem detalham a técnica exata de escalonamento pós-exploração.

Versions

Affected
BeyondTrust Privileged Remote Access (PRA) e Remote Support (RS): todas as versões até 24.3.1, inclusive (conforme CPE/configuração registrada no NVD e nos dados do CNA BeyondTrust).
Fixed in
Não especificado com precisão nas fontes revisadas. O advisory oficial do fornecedor (BT24-10) deve ser consultado para confirmar o número exato da versão corrigida antes de qualquer atualização.

How to protect

O fornecedor (BeyondTrust) publicou o advisory BT24-10 com instruções de mitigação; a versão exata que corrige a falha não está discriminada nas fontes revisadas neste apuramento — o NVD registra apenas que todas as versões de PRA e RS até 24.3.1 (inclusive) estão marcadas como afetadas, sem indicar explicitamente o número da versão corrigida. Antes de agir, confirme a versão de correção diretamente no advisory oficial do fornecedor (BT24-10), pois aplicar qualquer atualização 'assumida' sem confirmação é o tipo de erro que este apuramento busca evitar.

A ação recomendada pela CISA no KEV é dupla: aplicar as mitigações do fornecedor ou, se isso não for possível, descontinuar o uso do produto. Não há menção nas fontes de um paliativo via WAF, firewall de aplicação ou flag de configuração que neutralize a falha sem patch — dado que se trata de injeção de comando em código de aplicação, mitigação por segmentação de rede (restringir exposição do PRA/RS à internet pública) reduz a superfície mas não elimina o risco caso o atacante já tenha acesso de rede interno.

O que não funciona como mitigação: qualquer controle de autenticação adicional (MFA, política de senha) é irrelevante aqui, já que a falha é explorável sem autenticação — o problema está antes de qualquer verificação de identidade.

How to detect

As fontes revisadas não fornecem assinaturas de log, padrões de requisição ou indicadores de comprometimento específicos associados à exploração desta CVE. A confirmação de exploração ativa vem do próprio registro no catálogo KEV da CISA (classificação SSVC 'exploitation: active'), não de IOCs publicados. Na ausência de indicadores oficiais, monitorar logs de acesso e processos anômalos nas instâncias PRA/RS expostas — especialmente execução de processos filhos inesperados a partir do serviço da aplicação — é a abordagem prática disponível até que o fornecedor ou pesquisadores publiquem assinaturas específicas.

Researched and written with AI from the vendor advisory and public analysis, with the sources above. Always confirm the fixed version in the official advisory before acting.
A critical vulnerability has been discovered in Privileged Remote Access (PRA) and Remote Support (RS) products which can allow an unauthenticated attacker to inject commands that are run as a site user.
CVSS:3.1/AV:N/AC:L/PR:N/UI:N/S:U/C:H/I:H/A:H