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CVE-2025-3928highunder attack

Commvault Web Server unspecified vulnerability

51Vexday Risk Score

Prioritize patching. It under exploitation confirmed by CISA.

ssvc Actcvss 8.7epss 2.1%
from disclosure to weapon
Published on NVDApr 25
CISA KEV+3d
exploitation probability
2.1%top 20% of all CVEs
observed exploitation
yesCISA + VulnCheck
Action required by CISAfederal deadline: 2025-05-19

Apply mitigations per vendor instructions, follow applicable BOD 22-01 guidance for cloud services, or discontinue use of the product if mitigations are unavailable.

Summary

O Commvault Web Server permite que um atacante remoto já autenticado, mesmo com privilégios baixos, crie e execute webshells no servidor, obtendo execução de código. O fornecedor confirma exploração como zero-day em incidente real que afetou seu próprio ambiente Azure, e a CISA incluiu a falha no catálogo KEV por exploração ativa confirmada. O CVSS 8.7 é alto, mas a exigência de credenciais válidas (PR:L) reduz o universo de exploração a ambientes onde o atacante já tem uma conta ou obteve credenciais por outro meio.

Technical detail

O advisory da Commvault (CV_2025_03_1) descreve a falha apenas como permitindo que 'bad actors' criem e executem webshells no webserver — não há detalhe público sobre o mecanismo exato (upload de arquivo malicioso, path traversal, deserialização, ou endpoint administrativo mal validado). Nem o fornecedor nem a NVD publicaram um CWE ou trecho de código associado até o momento da apuração. O vetor CVSS 4.0 (AV:N/AC:L/AT:N/PR:L/UI:N) indica ataque de rede, sem interação do usuário, sem condições de ataque adicionais, mas exigindo privilégio baixo (PR:L) — ou seja, uma conta autenticada no ambiente Commvault, não necessariamente de administrador.

O impacto declarado no vetor (VC:H/VI:H/VA:H) é total sobre confidencialidade, integridade e disponibilidade do componente afetado, consistente com execução de código via webshell plantado no servidor web. A vulnerabilidade afeta os componentes CommServe, Web Servers e Command Center, mas o fornecedor afirma explicitamente que computadores clientes (agentes de backup) não são impactados.

O fornecedor é claro sobre a pré-condição central: 'Unauthenticated access is not exploitable.' Para que o cenário de exploração se materialize contra um cliente da Commvault, o ambiente precisa estar (i) acessível pela internet, (ii) comprometido por algum vetor não relacionado que dê ao atacante credenciais, e (iii) essas credenciais usadas para acessar o webserver. Isso não é uma falha de acesso direto sem autenticação — é uma escalada pós-comprometimento ou abuso de credenciais legítimas roubadas.

How it’s exploited

O vetor real de exploração confirmado pela Commvault foi o ataque à sua própria infraestrutura Azure: um grupo classificado como nation-state (não nomeado publicamente pela empresa) obteve acesso e, segundo a Commvault, explorou CVE-2025-3928 como zero-day para plantar webshells no Commvault Web Server. A empresa afirma que não houve acesso não autorizado a dados de backup de clientes nem impacto material nas operações, mas recomenda a clientes aplicar Conditional Access em app registrations do Microsoft 365/Dynamics 365/Azure AD, monitorar logins de IPs fora de faixas permitidas e rotacionar client secrets a cada 90 dias — indicando que o vetor de entrada inicial nesse incidente específico passou por identidades e segredos de aplicação Azure, não apenas pelo webserver isoladamente.

A CISA classifica a falha como 'Unspecified Vulnerability' e confirma exploração no mundo real ao incluí-la no KEV em 28/04/2025, com prazo de correção para agências federais até 19/05/2025 sob a BOD 22-01. O campo 'Known To Be Used in Ransomware Campaigns' está marcado como 'Unknown' — não há confirmação de uso em ransomware até a apuração.

Na prática, para qualquer organização que não seja a própria Commvault, o risco depende de já ter credenciais de usuário comprometidas circulando (phishing, reuso de senha, outra brecha) e de o Web Server estar exposto à internet. Não há evidência pública de exploração massiva e não direcionada contra clientes finais — o caso documentado é o comprometimento direto da infraestrutura do próprio fornecedor.

Versions

Affected
Commvault (Windows e Linux): 11.36.0–11.36.45; 11.32.0–11.32.88; 11.28.0–11.28.140; 11.20.0–11.20.216.
Fixed in
11.36.46; 11.32.89 (corrige também regressão introduzida na 11.32.88); 11.28.141; 11.20.217.

How to protect

A correção definitiva é atualizar para as versões corrigidas: 11.36.46 (branch 11.36), 11.32.89 (branch 11.32 — atenção: a versão 11.32.88 teve regressão de bugs em relatórios, corrigida na 11.32.89), 11.28.141 (branch 11.28) e 11.20.217 (branch 11.20), para Windows e Linux, aplicadas no CommServe, Web Servers e Command Center. Clientes Commvault SaaS não precisam agir — o fornecedor aplica os patches automaticamente.

Como controle compensatório até a atualização, restringir a exposição do Web Server à internet reduz drasticamente a superfície de ataque, já que a exploração exige acesso de rede ao componente. Reforçar a higiene de credenciais (MFA, rotação, detecção de login anômalo) mitiga o pré-requisito real de exploração, que é a posse de uma conta autenticada válida — isso não corrige a vulnerabilidade em si, mas fecha o caminho mais provável até ela nos ambientes que não são o próprio fornecedor.

Não existe mitigação via WAF documentada pelo fornecedor, porque o mecanismo exato da falha não foi divulgado publicamente — qualquer regra de bloqueio seria especulativa. Também não assuma que a falha é inofensiva por exigir autenticação: o próprio caso de uso relatado mostra que credenciais comprometidas por vetores completamente alheios ao Commvault (nesse caso, identidades Azure) bastam para viabilizar o ataque.

How to detect

Não há indicador técnico público (assinatura, hash, path de webshell) divulgado pela Commvault ou pela CISA associado especificamente a esta CVE — o advisory trata o mecanismo como 'unspecified'. O sinal mais concreto disponível vem do incidente da própria Commvault: monitorar autenticações no Web Server originadas de IPs fora de faixas esperadas, atividade anômala de login e criação inesperada de arquivos executáveis/scripts no diretório do webserver (indicativo de webshell) são os únicos indícios genéricos sugeridos indiretamente pela orientação da empresa sobre monitoramento de sign-in e rotação de segredos — mas isso descreve o vetor de acesso via Azure AD do incidente relatado, não uma assinatura de exploração da CVE-2025-3928 em si.

Researched and written with AI from the vendor advisory and public analysis, with the sources above. Always confirm the fixed version in the official advisory before acting.
Commvault Web Server has an unspecified vulnerability that can be exploited by a remote, authenticated attacker. According to the Commvault advisory: "Webservers can be compromised through bad actors creating and executing webshells." Fixed in version 11.36.46, 11.32.89, 11.28.141, and 11.20.217 for Windows and Linux platforms. This vulnerability was added to the CISA Known Exploited Vulnerabilities (KEV) Catalog on 2025-04-28.
CVSS:4.0/AV:N/AC:L/AT:N/PR:L/UI:N/VC:H/VI:H/VA:H/SC:N/SI:N/SA:N
Affected products
Commvault · Web Server