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CVE-2026-34910criticalunder attackCWE-20

CVE-2026-34910

100Vexday Risk Score

Patch now. It under exploitation confirmed by CISA and has a working public exploit.

ssvc Actcvss 10epss 87%
from disclosure to weapon79 days
Published on NVDMay 22
1st PoC+79d
CISA KEV+32d
exploitation probability
87%top 1% of all CVEs
observed exploitation
yesCISA + VulnCheck
1 public exploit(s)
Action required by CISAfederal deadline: 2026-06-26

Apply mitigations in accordance with vendor instructions, ensuring compliance with CISA’s BOD 26-04 Prioritizing Security Updates Based on Risk (see URL in Notes) guidance and CISA’s “Forensics Triage Requirements” (see URL in Notes). Follow applicable BOD 26-04 guidance for cloud services or discontinue use of the product if mitigations are unavailable. Stakeholders are responsible for evaluating each asset's internet exposure and ensuring adherence to BOD 26-04 patching guidelines.

Summary

Falha de validação de entrada (CWE-20) em UniFi OS que permite injeção de comando remota, sem autenticação, contra vários dispositivos da linha (roteadores/gateways UCG, gravadores ENVR/UNVR, EFG, Express 7). O CVSS 10.0 reflete corretamente o pior caso: qualquer atacante com acesso de rede ao dispositivo pode chegar a execução de comando como root. Está no catálogo KEV da CISA com exploração confirmada em massa, usada para distribuir um bot derivado de Mirai — isso pesa mais na priorização do que o número isolado do CVSS.

Technical detail

A descrição oficial da Ubiquiti (via SAB-064) classifica a falha como Improper Input Validation levando a Command Injection, sem detalhar o endpoint ou parâmetro vulnerável — típico de advisory de fornecedor. Análise independente de reverse engineering (blog PwnDefend/Xservus, marcada explicitamente como reconstrução via decompilação e LLM, não confirmação do fornecedor) indica que o ponto de injeção fica num endpoint de atualização de pacotes acessado via rota proxy interna, algo como /api/auth/validate-sso/..%2f..%2f..%2fproxy/users/api/v2/ucs/update/latest_package, onde um parâmetro pkg_name (possivelmente combinado com um flag by_cmd=true) é passado para um shell (/bin/sh -c) sem sanitização de metacaracteres ($ ( ) ; | \ &).

Essa reconstrução não é confirmada oficialmente pela Ubiquiti e deve ser tratada como hipótese técnica plausível, não como fato documentado. O que é fato: o CVSS vetor (AV:N/AC:L/PR:N/UI:N/S:C/C:H/I:H/A:H) diz que a exploração não exige autenticação nem interação do usuário, é de baixa complexidade e compromete confidencialidade, integridade e disponibilidade por completo — consistente com execução de comando arbitrário no sistema operacional do dispositivo.

O mesmo boletim SAB-064 lista outras quatro vulnerabilidades correlatas (entre elas CVE-2026-34908, bypass de controle de acesso/path traversal em rota proxy não autenticada, e CVE-2026-34909, path traversal via alias do nginx). Pesquisadores observaram exploração combinando parte de uma CVE com parte de outra — o que dificulta atribuir com precisão qual comportamento pertence exatamente à CVE-2026-34910 isoladamente, já que o fornecedor não publicou PoC nem trace de código.

How it’s exploited

A CISA confirma exploração ativa (entrada no KEV, adicionada em 23/06/2026, com prazo de correção de apenas 3 dias — 26/06/2026 — sinal de exploração em massa e não de risco teórico). O blog PwnDefend/Xservus documentou, a partir de honeypots, uma cadeia de ataque real: uma única requisição HTTP explora primeiro o bypass de autenticação/traversal (CVE-2026-34908) para alcançar a rota interna de atualização de pacotes, depois injeta comando via o parâmetro pkg_name (mecanismo atribuído à CVE-2026-34910) para obter execução arbitrária como root, sem qualquer credencial.

O payload observado nessa campanha é um loader multi-arquitetura (via wget/curl/tftp) que baixa um implante derivado de Mirai/Gafgyt identificado como 'azsxd' (v2.0), destinado a formar uma botnet DDoS. Não há evidência nas fontes de que a exploração exija configuração não padrão do dispositivo — o pré-requisito real é apenas acesso de rede à interface de gerência do UniFi OS (exposição à internet ou a uma rede não segmentada), o que explica a gravidade prática.

Vale a ressalva: como o mecanismo exato do parâmetro/endpoint vulnerável vem de engenharia reversa não confirmada pelo fornecedor, é possível que variações do payload usem rotas ou parâmetros diferentes dos documentados — o que os defensores devem monitorar é o padrão de comportamento (traversal + chamada a endpoint de update de pacote), não uma assinatura fixa.

Versions

Affected
Não há, nas fontes disponíveis, uma faixa de versão publicada especificamente para CVE-2026-34910. O boletim Ubiquiti SAB-064 cobre múltiplas famílias de dispositivos UniFi OS (EFG, ENVR, ENVR-Core, Express 7, UCG-Fiber, UCG-Industrial, UCG-Max, UCG-Ultra, entre outras listadas no CVE). A única tabela de versões documentada nas fontes lidas pertence à vulnerabilidade irmã CVE-2026-34908 do mesmo boletim, não confirmada como equivalente para a 34910.
Fixed in
Não confirmado especificamente para CVE-2026-34910 nas fontes disponíveis. Consultar o boletim oficial SAB-064 da Ubiquiti para a versão de correção exata por modelo de dispositivo.

How to protect

A ação oficial (CISA/fornecedor) é aplicar a atualização do UniFi OS conforme o boletim SAB-064 da Ubiquiti. As fontes disponíveis não trazem uma tabela de versão afetada/corrigida específica para CVE-2026-34910 isoladamente — o boletim agrupa cinco falhas, e a única tabela de versões documentada nas fontes lidas (UCG-Industrial ≤5.0.13; UDM/UDM-Pro/UDM-SE/UDM-Pro-Max/EFG/UDW/UDR/UDR7/Express 7/UNVR-família/ENVR/UCG-Ultra/UCG-Max/UCG-Fiber ≤5.0.16; UDR-5G/ENVR-Core/UCKP/UCK/UCK-Enterprise ≤5.0.17; UniFi OS Server ≤5.0.6; UNVR-G2/UNVR-G2-Pro ≤5.1.11; UDM-Beast/UNAS-família ≤5.1.8, todas corrigidas nas versões subsequentes citadas) está atribuída explicitamente à CVE-2026-34908 irmã do mesmo boletim, não confirmada como idêntica para a 34910. Trate-a como forte indício de que o mesmo ciclo de atualização corrige ambas, mas confirme a versão exata para cada modelo diretamente no advisory oficial antes de fechar o ticket.

Se a atualização não for possível de imediato, o controle compensatório real é isolar a interface de gerência do UniFi OS de qualquer rede não confiável (sem exposição direta à internet, com acesso restrito por firewall/VPN a operadores autorizados) — dado que o vetor é AV:N/PR:N/UI:N, qualquer redução de superfície de rede elimina a maior parte do risco prático. Não há mitigação por configuração dentro do próprio UniFi OS documentada nas fontes; desativar recursos de UI ou trocar senha administrativa não resolve, porque a exploração observada dispensa autenticação.

How to detect

A cadeia de exploração observada em honeypots (PwnDefend/Xservus) é detectável em três camadas: assinatura de URI característica no tráfego (padrão de traversal seguido de chamada à rota de atualização de pacote com o parâmetro pkg_name), padrão de processo com binário deletado no host (comportamento típico de implantes Mirai que se auto-removem do disco após execução), e regra YARA para o implante identificado como 'azsxd' v2.0. Existe também template Nuclei público associado à CVE, útil para varredura de exposição — mas não substitui monitoramento de tráfego, já que a exploração real observada combina duas CVEs distintas do mesmo boletim, o que pode gerar variações no padrão exato da requisição.

Researched and written with AI from the vendor advisory and public analysis, with the sources above. Always confirm the fixed version in the official advisory before acting.
A malicious actor with access to the network could exploit an Improper Input Validation vulnerability found in UniFi OS devices to execute a Command Injection.
CVSS:3.1/AV:N/AC:L/PR:N/UI:N/S:C/C:H/I:H/A:H
⚠ Public resources, to assess the exposure of systems you control or are authorized to test. Test only with authorization.