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CVE-2026-42897highunder attackCWE-79

Microsoft Exchange Server Spoofing Vulnerability

93Vexday Risk Score

Prioritize patching. It under exploitation confirmed by CISA and has a public proof of concept.

ssvc Actcvss 8.1epss 70%
from disclosure to weapon1 days
Published on NVDMay 14
1st PoC+1d
CISA KEV+1d
exploitation probability
70%top 1% of all CVEs
observed exploitation
yesCISA + VulnCheck
2 public exploit(s)
Action required by CISAfederal deadline: 2026-05-29

Apply mitigations per vendor instructions, follow applicable BOD 22-01 guidance for cloud services, or discontinue use of the product if mitigations are unavailable.

Summary

Vulnerabilidade de cross-site scripting (CWE-79) no Microsoft Exchange Server, especificamente na geração de páginas do Outlook Web Access (OWA). O MSRC classifica como falha de 'spoofing', mas a CISA e o CWE atribuído (79) descrevem o mecanismo real: em certas condições de interação, JavaScript arbitrário roda no contexto do navegador da vítima. Está no catálogo KEV da CISA com exploração confirmada e existe PoC pública, o que eleva a prioridade prática mesmo com CVSS moderado-alto (8.1) e exigência de interação do usuário.

Technical detail

A falha ocorre durante a geração de páginas web pelo OWA — o componente de webmail do Exchange. Conteúdo controlado por um atacante (provavelmente parte de uma mensagem de e-mail ou de um recurso renderizado pela interface) não é neutralizado corretamente antes de ser injetado na página HTML servida ao usuário autenticado, permitindo execução de script no contexto de origem do OWA.

O vetor CVSS 3.1 (AV:N/AC:L/PR:N/UI:R/S:U/C:H/I:H/A:N) indica ataque via rede, baixa complexidade, sem necessidade de privilégios do atacante, mas com interação obrigatória da vítima (UI:R) — típico de um payload que precisa ser aberto, visualizado ou clicado dentro do OWA. O impacto é alto em confidencialidade e integridade (C:H/I:H) e nulo em disponibilidade (A:N), consistente com um XSS que permite roubo de sessão, leitura de e-mails, ou ações realizadas em nome da vítima dentro do webmail — não uma negação de serviço.

A divergência entre o título oficial ('Spoofing Vulnerability') e a classificação técnica (CWE-79, Cross-Site Scripting, conforme a entrada do catálogo KEV) é relevante: o MSRC tende a rotular XSS que resulta em falsificação de conteúdo/contexto como 'spoofing', mas o mecanismo de exploração e a mitigação são os de uma injeção de script clássica.

As fontes disponíveis não detalham o parâmetro, endpoint ou funcionalidade específica do OWA onde a sanitização falha — essa informação não foi divulgada publicamente até o momento desta análise, o que limita a precisão de qualquer regra de detecção baseada em assinatura de payload.

How it’s exploited

O ataque exige que a vítima esteja autenticada no OWA e realize alguma interação — abrir um e-mail, clicar em um link ou visualizar um item malicioso — que dispare a renderização do payload injetado. Não é necessário que o atacante tenha credenciais válidas no Exchange (PR:N), mas ele precisa conseguir entregar o conteúdo malicioso até a caixa de entrada ou interface da vítima, geralmente via e-mail.

A CISA confirma exploração ativa (presença no catálogo KEV, adicionado em 2026-05-15) e existe PoC pública, o que reduz a barreira técnica para reprodução por terceiros. O campo EPSS relativamente baixo (0,0564) sugere que a probabilidade de exploração em massa, apesar da confirmação de uso real, ainda é modesta — coerente com um ataque que depende de engenharia social (a interação do usuário) e de a organização expor OWA de forma acessível ao atacante ou ao vetor de entrega do payload.

O resultado prático de uma exploração bem-sucedida é execução de script no contexto do OWA da vítima: possível roubo de token de sessão, leitura de conteúdo de caixa de correio, ou ações realizadas com os privilégios da vítima dentro da interface web — não há indicação de execução de código no servidor nem de escalonamento a nível de sistema operacional.

Versions

Affected
Microsoft Exchange Server 2016 Cumulative Update 23; Microsoft Exchange Server 2019 Cumulative Update 14; Microsoft Exchange Server 2019 Cumulative Update 15; Microsoft Exchange Server Subscription Edition RTM.

How to protect

A CISA determinou prazo até 2026-05-29 para aplicação de mitigações conforme instrução do fornecedor (BOD 22-01 para serviços em nuvem, ou descontinuação do produto se não houver mitigação disponível). As fontes disponíveis não trazem o número de build/atualização de segurança específica publicada pelo MSRC para cada branch afetado — essa informação deve ser confirmada diretamente no advisory oficial do MSRC antes de qualquer decisão de patching, já que não está detalhada no material lido.

Como paliativo enquanto o patch não é aplicado, o Exchange Emergency Mitigation Service (EMS), citado nas notas adicionais do KEV, é o mecanismo nativo do Exchange para aplicar mitigações temporárias distribuídas pela própria Microsoft sem exigir instalação manual imediata do CU/patch — mas isso é uma mitigação, não uma correção definitiva, e depende do EMS estar habilitado e conectado à internet para receber as regras.

Controles compensatórios genéricos contra XSS em OWA incluem reforçar políticas de Content Security Policy no proxy reverso/WAF em frente ao Exchange e treinar usuários contra abertura de conteúdo suspeito, mas nenhum desses substitui a atualização — eles reduzem superfície, não eliminam a falha de sanitização no código do produto.

How to detect

Não há assinatura de exploração publicamente detalhada nas fontes disponíveis. Como o vetor é XSS em OWA disparado por interação do usuário, procurar em logs de OWA/IIS por requisições com conteúdo de e-mail contendo tags de script, atributos de evento HTML (onload, onerror etc.) ou codificação incomum em cabeçalhos/corpo de mensagens processadas pelo Exchange. Monitorar também atividade anômala de sessão de usuários OWA imediatamente após abertura de mensagens suspeitas — indicativo de roubo de token pós-exploração. Na ausência de IOC oficial divulgado pela Microsoft ou CISA para esta CVE específica, a detecção confiável depende de análise comportamental, não de assinatura estática.

Researched and written with AI from the vendor advisory and public analysis, with the sources above. Always confirm the fixed version in the official advisory before acting.
Improper neutralization of input during web page generation ('cross-site scripting') in Microsoft Exchange Server allows an unauthorized attacker to perform spoofing over a network.
CVSS:3.1/AV:N/AC:L/PR:N/UI:R/S:U/C:H/I:H/A:N/E:F/RL:O/RC:C
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